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domingo, 11 de abril de 2010

Música também mata!





O nosso organismo vibra em nível celular numa frequência que rege nossos átomos e nossos órgãos. Esta freqüência ou vibração do corpo é influenciada e tende a se igualar às ondas sonoras e ritmos que ouvimos. Assim, os sons e ritmos que escutamos podem, tanto harmonizar nosso corpo, como causar um choque nocivo e desequilibrar nosso organismo, ao escutarmos músicas agressivas.

Estudos científicos comprovam os malefícios para a saúde de ritmos sincopados (não lineares), que afetam nosso corpo, causam stress, tensão e afetam o coração. Os ritmos tocados numa velocidade acima de 130 bpm fazem o coração bater fora de seu ritmo natural, e este então, para se defender, lança uma dose extra de adrenalina e substancias no sangue, e isso traz implicações ao longo do tempo.

“Esta batida (o rock) é contrária ao pulso arterial natural” afirma o Dr. John Diamond M. D.

Estes ritmos induzem à dificuldade de concentração, baixo rendimento escolar, comportamentos rebeldes e agressivos, hiperatividade e em uma série de distúrbios psicológicos comuns aos adolescentes. O alto volume utilizado causa danos irreversíveis ao ouvido humano, e devido à perda auditiva, passam a requerem um volume cada vez maior.

Estudos médicos também afirmam que a música nociva pode produzir hipertensão, fraqueza muscular, mal funcionamento das glândulas, histeria, problemas psicológicos, agitação, ansiedade, perda de rendimento no trabalho e uma diminuição na capacidade de tomar decisões, além do aumento na incidência de erros.

A exposição ao rock e similares, pode causar desequilíbrio nos hemisférios cerebrais, deixando o indivíduo incapaz de reconhecer entre o que é prejudicial e o que é saudável. Tais ritmos são também chamados de hipnóticos, pois causam

êxtase e induzem à agitação. Dentre eles estão o: rock, heavy-metal, funk, hip-hop, axé music, dance music, música eletrônica e seus similares; os ritmos agressivos atuais; alguns desses, porém, com maior ou menor nocividade.


Os ritmos hipnóticos causam uma espécie de transe, com suas batidas agressivas, marcantes e sons estridentes, que criam euforia, dependência e vício. Isso induz o ouvinte a buscá-los cada vez mais, de modo similar a uma droga química.

Estas batidas agridem e causam a expulsão e a descida da energia dos centros energéticos, os chakras que temos em nosso corpo, e que são responsáveis pelo equilíbrio da vida, das funções orgânicas, e de nossa evolução espiritual. Essa perda de energia vital, que causa perturbações emocionais, busca compensação através do consumo excessivo do álcool, das drogas, vícios e da violência que quase sempre estão associados às baladas e shows destes ritmos.

A perda energética que desvitaliza a pessoa, pode também, segundo certos autores, atrair energias espirituais negativas, que por meio da ruptura deixada na aura do ouvinte, sugam sua luz e alimentam-se desta energia. Esta influência espiritual pode estimular ainda mais um comportamento nocivo e violento, e favorecer até mesmo à criminalidade.

O consumo de drogas também pode ser estimulado pela audição de certos ritmos e letras que estimulam um comportamento rebelde. É evidente que nem todos que ouvem estas músicas adotem esta prática, mas o estímulo e o ambiente propício para isso, é criado.

Outro fato é que a influência dos ídolos musicais, quando utilizada para o mal, pode levar ao enfraquecimento e a dominação da juventude através desta poderosa força que a música contém. Suas letras, geralmente são um estímulo às banalidades, melancolias, vícios e emoções inferiores, além de sua conduta de mau exemplo, que mostram um modelo de vida muitas vezes seguido pelos fãs, e que pode causar influencia sobre toda uma geração.

Como exemplo disso vemos a influência dos grandes Festivais de Rock passados trouxeram à toda uma geração. O uso de drogas, vícios, das grandes tatuagens (que podem favorecer a instalação de doenças ) e tantas outras influências e padrões de comportamento atuais.

A Ciência da Palavra Falada e a Neuro-Linguística ensinam sobre o poder da palavra e da repetição, que neste caso é utilizada negativamente. Sabemos que existe uma atração entre energias semelhantes tanto espiritual como física. Assim, nós temos a tendência a atrair situações similares àquelas em que colocamos a nossa atenção. Uma sintonia com as energias densas das músicas negativas tenderão a atrair situações semelhantes como maus relacionamentos, infortúnios e adversidades em geral.

Outro fato é que algumas letras de músicas, quando tocadas em ordem inversa revelam frases de culto ao mal. A simpatia que muitos roqueiros têm com o satanismo é clara e evidente. “Ninguém parece ter percebido a malignidade da música” afirma a Revista Veja, 27/05/08.

Como exemplo: um jovem suicidou-se após escutar por várias horas músicas de Ozzy Osbourne, entre elas “Suicide Solution”, que incitava ao suicídio. O líder do grupo Nirvana, suicidou-se no auge do sucesso, e muitos outros cometeram suicídio pelas drogas.

Estes sons não só fazem mal ao ser humano como também às plantas, aos animais e mesmo às bactérias e à água, segundo pesquisas científicas relatadas.

Segundo a escritora mística Elizabeth Clare Prophet, “a proliferação destes ritmos é uma das maiores causas da decadência da humanidade e de todos os seus males atuais. Assim, concluímos que os ritmos nocivos estão afastando as pessoas de Deus e de seu objetivo de vida, induzindo-os ao desperdício de suas oportunidades de crescimento”.

O que nossos jovens estão ganhando com isso? Todos podem ter uma diversão alegre e saudável sem a utilização destes ritmos nocivos. Devemos sim, cultivar o gosto pela arte, obtendo os benefícios que as músicas elevadas proporcionam, como músicas clássicas, new age, instrumentais suaves, étnicas, orientais, religiosas, folclóricas, marchas, valsas e tantos outros ritmos, que não são prejudiciais, mas, sim, elevam as energias e trazem a cura para aqueles que as ouvem. Também podem ser positivas canções populares calmas com letras edificantes, que elevem o pensamento e tragam bem-estar ao ouvinte.

A audição de músicas adequadas poderá auxiliá-lo na obtenção de uma vida mais harmoniosa, plena e feliz, física e espiritualmente. Convidamos você para ajudar a divulgar estas informações, especialmente entre os jovens, e assim contribuir para a construção de um mundo melhor.

Baseado em Estudos Científicos.

Luciano Cesa

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ídolos: verdadeiro ou armação?



Olá pessoal!

Ontem quem assistiu pode ver, e quem não assitiu veja agora.

A armação criada com o cantor/candidato cearense Marcos Duarte. no programa Ídolos, na Record.

Esse moço já deveria ter desisitido muito antes, tempos atrás, mas talvez esse desenlace já estivesse pronto desde o início da série de programas Ídolos, quando perceberam o potencial do cantor.

O moço não canta nada, nem imitar bem os sertanejos ele consegue, mas caiu na graça do povo brasileiro, pela sua história de vida sofrida, de moço pobretão do interior do Ceará. Voz de taquara rachada, até que chegou muito longe.

Criou-se buxixos negativos na imprensa, e por isso acredito que a encenação tenha data antiga, desde o momento que percebram que o público o colocava de volta no programa.

O programa de calouros "Ídolos" não pode ficar identificado com cantores de baixa qualidade, a solução foi fazê-lo desistir no momento certo, para criar impacto.

Então o cantor "espontaneamente" desistiu, ficando nas entrelinhas, que estaria dando oportunidade aos colegas que cantam melhor do que ele.

Mataram dois coelhos com uma machadada só. Pronto o marketing também está feito, mais uma vez, o de moço altruísta, generoso, que se anula em função do próximo.

Ele vai gravar com certeza, e vai vender CD que nem água.

Tem cara de bom moço, bom filho, bom namorado, nem precisa cantar bem, porque no Brasil, o "coitadinho" vence reallity show, grava, vende CD, faz sucesso. Adoramos um "coitadinho".

O povo se identifica no sofrimento, e num processo de catarse, - " pelo menos ele o "coitado" é elevado aos píncaros da fama, a minha vida é uma m...., mas ele me representa lá em cima".

São dois processos: o de se identificar com o pobre coitado e a identificação por desejo/inveja com o bonito, saudável, progressista, vide a eleição do Collor.

Percebam no vídeo todos fingindo surpresa, com cara de "oh! o que está acontecendo", "como assim" ..... e Rodrigo Faro, imitando nosso presidente, informa ao público que é a primeira vez que isso acontece em "Ídolos".

-" Nunca na história deste programa aconteceu isso! Oh......"

Eu hein! A mim ninguém pega. "- Mãe quero o meu Toddynho". Fui.

sábado, 3 de outubro de 2009

MOMENTO MÚSICA

MOON DANCE ANDREAS VOLLENWEIDER

MÚSICA INSTRUMENTAL DAS MELHORES!


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