Era ,João Marcio, uma pessoa muito distraída e preocupada com seus problemas pessoais. Você podia passar por ele na rua, que não lhe via. E não era fingimento não! Não via mesmo!
Esta história foi contada por ele mesmo, num dia numa conversa informal, quando demos boas risadas. Mas guardei o fato para poder comentar com outras pessoas mais tarde.
Foi assim, vinha vindo ele a pé, por uma rua movimentada, aqui de São Paulo. Transito intenso. O vai e vem de pessoas também.
Seu semblante bastante fechado, rugas no meio da testa e os pensamentos longe. De como iria resolver essa e aquela situação. Eram problemas sérios, mas do cotidiano de todos nós.
Isso tudo disse-me, João Marcio. A temperatura até que agradável para aquela tarde de sol de janeiro, segurando um jornal dobrado em uma das mãos, caminhava por entre as pessoas. Desviava de um e de outro, com passos decididos e rápidos.
Quando veio a sua mente olhar para o alto e verificar qual o sentido do tráfego na rua.
E ele se deu conta, uma seta com uma faixa cruzando a placa!
-" Ahnnnnnnn!!!!!!!!!!!!!!! !" - pensou rápido o moço. " É contra mão!!!!!!"
Rápido sem que nenhum guarda o visse, deu meia volta e retornou , para contornar o quarteirão e pegar o sentido certo de mão.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
XODÓ MOLEQUE
-“Xooooooodóóóóóóóó..........Xoooooooodóóóóóóó.........Xoooooodóóóó...........” Fazia muito tempo que Julinho procurava seu cachorrinho pelas ruas do bairro .
Mais uma vez Xodó tinha dado uma das suas passeadelas pela cidade, escondido – aliás era isso que mais gostava de fazer, porque achava que viver com gente, não era nada fácil. - “
Xooodóóóóó, não vá ali ...... Xodóóóó não entra aqui......Xodó vai dormir....- não era mesmo fácil.
Julio ficava muito preocupado quando Xodó conseguia fugir.
-“ Será que ele vai conseguir atravessar a rua?” E a carrocinha? Tomara que ele não encontre nenhuma carrocinha.
Não. Dessa vez, Xodó ia andando pelas ruas do bairro, feliz e contente da vida. Cheirava uma árvore aqui......cheirava uma outra ali.... agora este poste, aquele outro depois.....viu um novo amigo cachorro, abanou o rabo para ele; passou pela casa da namorada, umas outras abanadas de rabo, algumas cheiradinhas e prosseguiu seu caminho. -“ Ahhhh.....como é bom passear....” pensava Xodó.
E lá ia ele pelo mundo afora. Julinho preocupado, continuava procurando Xodó.
Entrava nos matagais, terrenos abandonados e nas vilas, gritava pelos quintais.
Lembrava-se agora do dia em que seu pai e sua mãe foram buscar Xodó na casa de uma amiga.
Sua mãe queria um cachorrinho branco de manchas pretas e pelo curto.
-“ Mas esse tipo de cachorro é da raça Fox! “ avisou Sr. João., pai de Julinho.
-“ Pois é, papai – falou Julio. A Dona Nair tem uma cachorrinha, branca de pintas pretas, que vai ter nenê logo, e ela é Fox, !” Vamos pedir pra D.Nair um filhote para nós?!!”
Depois de 3 meses, quando o filhote já estava grandinho e desmamado, para lá foi toda a família de Kombi, buscar o Xodó, e como prometido, um cachorrinho branco de pintas pretas.
Só que o Xodó não tinha manchas pretas!
Ele era inteirinho branco.
Todos falavam: -“ Porque ainda é pequenininho, quando ele crescer, as manchas aparecerão.....” -“ Tá bom” - respondeu sua mãe, já apaixonada pelo lindo cachorrinho branco, que já se escondeu por entre seus braços.
E assim, Xodó foi crescendo, crescendo e nada de manchas pretas.
Ele cresceu um cachorrinho, inteirinho branco. Mas mesmo assim, sem manchas, ele era muito querido, por todos da família.
E como era moleque......
Naquele dia o menino andou, andou, andou tanto, até que encontrou Xodó. No meio de muitos outros, lá estava ele, passeando com seus novos amigos, feliz, muito feliz da vida.
Julinho ficou então, olhando todos dentro de uma enorme poça d`agua fedida como não sei quê. -“Xodó, seu moleque sem vergonha! Volta já pra casa! Isso é coisa que se faça!? Justo hoje dia de tomar vacina, encontro você, sujo e fedido, dentro dessa água imunda! – gritava muito bravo Julinho. –
“ Já pra caaaaaaaaaaaaaasa, moleque sem vergonha! Sujo assim, não dá pra sair de casa com ele – pensou o garoto. Xodó não tinha rabo, porque se tivesse, deveria estar bem baixo, no meio das pernas, mas saiu correndo em direção da casa, já pensando, no que iria acontecer. ...................sempre que fugia, tinha que tomar......... UM BANHO DAQUELES.!!!!!!!!!...........
E como não gostava de tomar banho... era um suplício!!!
E desta vez, como das outras, levou Xodó para o tanque,com todos da casa avisados, com as portas fechadas, porque conheciam a “arte “ do cachorrinho depois.
Mas não deu para vigiar o tempo todo. E qual não foi a surpresa então ? Julio entrou no seu quarto e sobre sua cama, bem entre o travesseiro e o lençol, uma grande mancha amarela e úmida, suja, e fedida.....
Marcelo já sabia.... “ - ele se vingou!!!!!”
Xodó entrou lá , se esfregou e fez xixi na sua cama. -“ Ah..... esse Xodó moleque.....” disse desanimado e vencido Julinho.
ILSE ELLEN
Mais uma vez Xodó tinha dado uma das suas passeadelas pela cidade, escondido – aliás era isso que mais gostava de fazer, porque achava que viver com gente, não era nada fácil. - “
Xooodóóóóó, não vá ali ...... Xodóóóó não entra aqui......Xodó vai dormir....- não era mesmo fácil.
Julio ficava muito preocupado quando Xodó conseguia fugir.
-“ Será que ele vai conseguir atravessar a rua?” E a carrocinha? Tomara que ele não encontre nenhuma carrocinha.
Não. Dessa vez, Xodó ia andando pelas ruas do bairro, feliz e contente da vida. Cheirava uma árvore aqui......cheirava uma outra ali.... agora este poste, aquele outro depois.....viu um novo amigo cachorro, abanou o rabo para ele; passou pela casa da namorada, umas outras abanadas de rabo, algumas cheiradinhas e prosseguiu seu caminho. -“ Ahhhh.....como é bom passear....” pensava Xodó.
E lá ia ele pelo mundo afora. Julinho preocupado, continuava procurando Xodó.
Entrava nos matagais, terrenos abandonados e nas vilas, gritava pelos quintais.
Lembrava-se agora do dia em que seu pai e sua mãe foram buscar Xodó na casa de uma amiga.
Sua mãe queria um cachorrinho branco de manchas pretas e pelo curto.
-“ Mas esse tipo de cachorro é da raça Fox! “ avisou Sr. João., pai de Julinho.
-“ Pois é, papai – falou Julio. A Dona Nair tem uma cachorrinha, branca de pintas pretas, que vai ter nenê logo, e ela é Fox, !” Vamos pedir pra D.Nair um filhote para nós?!!”
Depois de 3 meses, quando o filhote já estava grandinho e desmamado, para lá foi toda a família de Kombi, buscar o Xodó, e como prometido, um cachorrinho branco de pintas pretas.
Só que o Xodó não tinha manchas pretas!
Ele era inteirinho branco.
Todos falavam: -“ Porque ainda é pequenininho, quando ele crescer, as manchas aparecerão.....” -“ Tá bom” - respondeu sua mãe, já apaixonada pelo lindo cachorrinho branco, que já se escondeu por entre seus braços.
E assim, Xodó foi crescendo, crescendo e nada de manchas pretas.
Ele cresceu um cachorrinho, inteirinho branco. Mas mesmo assim, sem manchas, ele era muito querido, por todos da família.
E como era moleque......
Naquele dia o menino andou, andou, andou tanto, até que encontrou Xodó. No meio de muitos outros, lá estava ele, passeando com seus novos amigos, feliz, muito feliz da vida.
Julinho ficou então, olhando todos dentro de uma enorme poça d`agua fedida como não sei quê. -“Xodó, seu moleque sem vergonha! Volta já pra casa! Isso é coisa que se faça!? Justo hoje dia de tomar vacina, encontro você, sujo e fedido, dentro dessa água imunda! – gritava muito bravo Julinho. –
“ Já pra caaaaaaaaaaaaaasa, moleque sem vergonha! Sujo assim, não dá pra sair de casa com ele – pensou o garoto. Xodó não tinha rabo, porque se tivesse, deveria estar bem baixo, no meio das pernas, mas saiu correndo em direção da casa, já pensando, no que iria acontecer. ...................sempre que fugia, tinha que tomar......... UM BANHO DAQUELES.!!!!!!!!!...........
E como não gostava de tomar banho... era um suplício!!!
E desta vez, como das outras, levou Xodó para o tanque,com todos da casa avisados, com as portas fechadas, porque conheciam a “arte “ do cachorrinho depois.
Mas não deu para vigiar o tempo todo. E qual não foi a surpresa então ? Julio entrou no seu quarto e sobre sua cama, bem entre o travesseiro e o lençol, uma grande mancha amarela e úmida, suja, e fedida.....
Marcelo já sabia.... “ - ele se vingou!!!!!”
Xodó entrou lá , se esfregou e fez xixi na sua cama. -“ Ah..... esse Xodó moleque.....” disse desanimado e vencido Julinho.
ILSE ELLEN
QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA UM PONTO
Ele foi contratado por uma multinacional, para um cargo de responsabilidade, e tomada de decisões e estratégias.
Augusto, homem de seus 40 anos , casado, era o símbolo do executivo de sucesso. Cursou boa faculdade, em seu currículo constavam diversos cursos de aperfeiçoamento, MBA e outros mais.
Aquele dia, ou mais especificamente aquela noite, depois de várias palestras, e homenagens, um dia estafante, aconteceu naquele grande hotel, onde estavam , uma festa de confraternização, como é comum nestes tipos de encontro.
Augusto, um paulistano, estava muito feliz por estar no Rio de Janeiro, e além disso com Ana Helena, por quem nutria uma grande admiração, e com quem conversava diariamente pelo computador. Ana Helena, também executiva, morava em Salvador, portanto, mais acostumada a viver perto do mar, trabalhava na filial da mesma empresa.
Não sei se conversavam ou seria melhor colocar namoravam ........ eram mensagens picantes pra cá e pra lá, juras de amor. “ – Hoje finalmente vou poder estar a sós com ela!!!? - pensava o apaixonado executivo.
Tomou aquele banho caprichado, refez a barba minuciosamente, carregou no perfume, e lá foi ele pra festa. Na festa se entreolhavam, se atiçavam, tudo muito discretamente, porque Ana Helena, também era casada. Até que dada hora um subiu para o quarto, simulando muito cansaço e sono.
]
O outro, pouco tempo depois,também foi . Toc, toc, toc, eram as batidas na porta, muito suaves, para que ninguém mais percebesse, além de Ana Helena , em seu quarto. Vagarosamente, a moça, ansiosa, abriu e sorrateiramente Augusto entrou. Já se agarraram de supetão, foram beijos, apertões, abraços, e sussurros ao pé do ouvido. Então Augusto, com muita fúria, foi logo tentando tirar a roupa da namorada.
Ela lhe brecou a mão. “ – Não, não podemos ficar aqui, tenho uma companheira de quarto, e ela deve subir já, já, também.” “ – Para onde vamos então, no meu quarto acontece a mesma coisa, e não podemos sair do hotel, porque nossa permanência é vigiada e controlada, senão ninguém participa de nada! – exclamou ele, decepcionado.
“ – Não sei pra onde ir! Sei que devemos sair daqui já!”
E assim o fizeram, ainda agarrados no corredor do hotel, no ultimo andar. Quando surgiu a idéia de abrir aquela porta ao lado, e desesperadamente passaram por ela, ficaram ali escondidos por alguns momentos. Estavam na escada de serviços.
Eram beijos na boca, no pescoço, abraços , apertos incontroláveis. O tesão era grande, de muito tempo abafado. Aquele teria que ser o momento. Ou tudo, ou nada. Olharam de lado e como caído do céu, notaram um colchão de casal encostado na parede. “- Oba é aqui mesmo! Pensaram os dois ao mesmo tempo, se atirando por sobre o colchão, já estirado no chão. Rapidamente, foram tirando a roupa um do outro, respiração acelerada.
Movimentos rápidos.
Pressa. Ansiedade, nevosismo.
Vai ser aqui mesmo.
“ – Meu amor, meu amor, que delícia........- dizia ele. “ – Eu te amo, te adoro, não via o momento, durante o dia todo de estar junto de você – comentava ela,entre seus beijos, bem baixinho pra ninguém mais ouvir. “ – Eu também ...... eu também...... ele respondeu.
Finalmente........ Aí, chaque,chaque, chaque – lá vinha alguém do andar inferior subindo a escada .
E os dois sem roupa, agarrados um ao outro. Param, se olham, profundamente, nos olhos um do outro. “ – E agora, não vai dá tempo de vestir as roupas.......tamos perdidos......! seremos mandados despedidos!
O desespero era grande, e o tesão também. E mais uma vez outra porta providencial, bem em frente. Abriram, estava destrancada, como devia estar. Passaram por ela,com as roupas na mão, e bem de mansinho a fecharam.
Tudo isso ainda agarrados um ao outro. Estamos salvos, foi o pensamento de ambos. Quando uma ventinho, uma brisa, um delicioso frescor, passou por eles. Olharam para frente e lá no fundo, uma grande mancha escura.
Era o mar.
Um pouco antes, a luz do calçadão, pessoas, carros, buzinas, alvoroço., vai e vem. “ – Nós estamos na escada de incêndio!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Murmurou alto, Augusto. Estamos fora do prédio.”
Protegidos numa escada de incêndio, aqui ninguém aparece!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! “ Que delícia!!!! - afirmou Ana, abraçando ainda mais forte seu amante, trazendo o corpo dele bem mais próximo ao seu, já deitados no chão de ferro da escada de incêndio de um grande hotel carioca.
ILSE ELLEN
Augusto, homem de seus 40 anos , casado, era o símbolo do executivo de sucesso. Cursou boa faculdade, em seu currículo constavam diversos cursos de aperfeiçoamento, MBA e outros mais.
Aquele dia, ou mais especificamente aquela noite, depois de várias palestras, e homenagens, um dia estafante, aconteceu naquele grande hotel, onde estavam , uma festa de confraternização, como é comum nestes tipos de encontro.
Augusto, um paulistano, estava muito feliz por estar no Rio de Janeiro, e além disso com Ana Helena, por quem nutria uma grande admiração, e com quem conversava diariamente pelo computador. Ana Helena, também executiva, morava em Salvador, portanto, mais acostumada a viver perto do mar, trabalhava na filial da mesma empresa.
Não sei se conversavam ou seria melhor colocar namoravam ........ eram mensagens picantes pra cá e pra lá, juras de amor. “ – Hoje finalmente vou poder estar a sós com ela!!!? - pensava o apaixonado executivo.
Tomou aquele banho caprichado, refez a barba minuciosamente, carregou no perfume, e lá foi ele pra festa. Na festa se entreolhavam, se atiçavam, tudo muito discretamente, porque Ana Helena, também era casada. Até que dada hora um subiu para o quarto, simulando muito cansaço e sono.
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O outro, pouco tempo depois,também foi . Toc, toc, toc, eram as batidas na porta, muito suaves, para que ninguém mais percebesse, além de Ana Helena , em seu quarto. Vagarosamente, a moça, ansiosa, abriu e sorrateiramente Augusto entrou. Já se agarraram de supetão, foram beijos, apertões, abraços, e sussurros ao pé do ouvido. Então Augusto, com muita fúria, foi logo tentando tirar a roupa da namorada.
Ela lhe brecou a mão. “ – Não, não podemos ficar aqui, tenho uma companheira de quarto, e ela deve subir já, já, também.” “ – Para onde vamos então, no meu quarto acontece a mesma coisa, e não podemos sair do hotel, porque nossa permanência é vigiada e controlada, senão ninguém participa de nada! – exclamou ele, decepcionado.
“ – Não sei pra onde ir! Sei que devemos sair daqui já!”
E assim o fizeram, ainda agarrados no corredor do hotel, no ultimo andar. Quando surgiu a idéia de abrir aquela porta ao lado, e desesperadamente passaram por ela, ficaram ali escondidos por alguns momentos. Estavam na escada de serviços.
Eram beijos na boca, no pescoço, abraços , apertos incontroláveis. O tesão era grande, de muito tempo abafado. Aquele teria que ser o momento. Ou tudo, ou nada. Olharam de lado e como caído do céu, notaram um colchão de casal encostado na parede. “- Oba é aqui mesmo! Pensaram os dois ao mesmo tempo, se atirando por sobre o colchão, já estirado no chão. Rapidamente, foram tirando a roupa um do outro, respiração acelerada.
Movimentos rápidos.
Pressa. Ansiedade, nevosismo.
Vai ser aqui mesmo.
“ – Meu amor, meu amor, que delícia........- dizia ele. “ – Eu te amo, te adoro, não via o momento, durante o dia todo de estar junto de você – comentava ela,entre seus beijos, bem baixinho pra ninguém mais ouvir. “ – Eu também ...... eu também...... ele respondeu.
Finalmente........ Aí, chaque,chaque, chaque – lá vinha alguém do andar inferior subindo a escada .
E os dois sem roupa, agarrados um ao outro. Param, se olham, profundamente, nos olhos um do outro. “ – E agora, não vai dá tempo de vestir as roupas.......tamos perdidos......! seremos mandados despedidos!
O desespero era grande, e o tesão também. E mais uma vez outra porta providencial, bem em frente. Abriram, estava destrancada, como devia estar. Passaram por ela,com as roupas na mão, e bem de mansinho a fecharam.
Tudo isso ainda agarrados um ao outro. Estamos salvos, foi o pensamento de ambos. Quando uma ventinho, uma brisa, um delicioso frescor, passou por eles. Olharam para frente e lá no fundo, uma grande mancha escura.
Era o mar.
Um pouco antes, a luz do calçadão, pessoas, carros, buzinas, alvoroço., vai e vem. “ – Nós estamos na escada de incêndio!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Murmurou alto, Augusto. Estamos fora do prédio.”
Protegidos numa escada de incêndio, aqui ninguém aparece!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! “ Que delícia!!!! - afirmou Ana, abraçando ainda mais forte seu amante, trazendo o corpo dele bem mais próximo ao seu, já deitados no chão de ferro da escada de incêndio de um grande hotel carioca.
ILSE ELLEN
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